Gastronomia

Uma visita a Vizela só fica completa uma vez provadas as iguarias da terra, uma cozinha tradicional bem acompanhada pelos néctares da região, o vinho verde, e complementada pelo célebre Bolinhol, doce único em Portugal. A variedade gastronómica,  passa pela apresentação de ementas tradicionais e características da região minhota. Assim, podem ser apreciados no nosso concelho os conhecidos rojões à minhota, a vitela assada, o cabrito assado e claro o bacalhau, confeccionada das mais variadas maneiras.

Bolinhol
v22O “Bolinhol” ou “Pão-de-Ló Coberto” é o doce tradicional da gastronomia vizelense que ao longo dos anos vem sendo distinguido com a atribuição bem merecida de alguns prémios.
Este ex-libris está também presente em várias feiras gastronómicas, onde se tornou, desde há muito, verdadeiro embaixador de Vizela.
É bastante difícil afirmar-se com verdadeira exactidão qual o ano em que se deu início à confecção deste maravilhoso legado gastronómico. Todavia, pensa-se que o ano seria o de 1880, visto que em 1884 este doce esteve presente na Exposição Industrial Concelhia de Guimarães.
A grande feitora desta especialidade gastronómica foi a Senhora Joaquina da Silva Ferreira.
Este pão-de-ló coberto, ou mais conhecido tradicionalmente por “Bolinhol”, é a mais famosa especialidade gastronómica de Vizela.
Como foi já anteriormente mencionado, este é um doce único em Portugal, apresentando uma forma rectangular com uma suave cobertura de açúcar. A sua massa é levemente húmida o que lhe atribui um sabor inigualável. v24
A sua extrema e refinada qualidade, faz com que este doce seja vendido não só nas três confeitarias vizelenses, a “Casa do Bolinhol Kibom”, a “Pão-de-Ló Delícia” e a “Pastelaria Fina”, mas também noutras confeitarias nacionais, sobretudo no Porto.
Já no ano de 2006, foi organizado pela primeira vez pela Câmara Municipal de Vizela, e com muito sucesso, a 1ªFeira do Açúcar “O Bolinhol Convida”, atribuindo um grande destaque ao nosso doce, levando o seu nome por todo o País.
O “Bolinhol” ou “Pão-de-Ló Coberto” é o doce tradicional da gastronomia vizelense que ao longo dos anos vem sendo distinguido com a atribuição bem merecida de alguns prémios.
Este ex-libris está também presente em várias feiras gastronómicas, onde se tornou, desde há muito, verdadeiro embaixador de Vizela.
É bastante difícil afirmar-se com verdadeira exactidão qual o ano em que se deu início à confecção deste maravilhoso legado gastronómico. Todavia, pensa-se que o ano seria o de 1880, visto que em 1884 este doce esteve presente na Exposição Industrial Concelhia de Guimarães.
A grande feitora desta especialidade gastronómica foi a Senhora Joaquina da Silva Ferreira.
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Este pão-de-ló coberto, ou mais conhecido tradicionalmente por “Bolinhol”, é a mais famosa especialidade gastronómica de Vizela.
Como foi já anteriormente mencionado, este é um doce único em Portugal, apresentando uma forma rectangular com uma suave cobertura de açúcar. A sua massa é levemente húmida o que lhe atribui um sabor inigualável.
A sua extrema e refinada qualidade, faz com que este doce seja vendido não só nas três confeitarias vizelenses, a “Casa do Bolinhol Kibom”, a “Pão-de-Ló Delícia” e a “Pastelaria Fina”, mas também noutras confeitarias nacionais, sobretudo no Porto.
Já no ano de 2006, foi organizado pela primeira vez pela Câmara Municipal de Vizela, e com muito sucesso, a 1ªFeira do Açúcar “O Bolinhol Convida”, atribuindo um grande destaque ao nosso doce, levando o seu nome por todo o País.


Frango Merendeiro
????????????????????????????????????A ideia surgiu há cerca de sete/oito anos, mas só em 2014 saiu novamente da gaveta para ser formalizada posteriormente pela Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo. “Vizela deveria ter um prato gastronómico local”, foi a motivação de um conjunto de empresários para levar avante este projeto, explicou à Rádio Vizela Agostinho Ribeiro, empresário da restauração e um dos responsáveis por trazer ao de cima, novamente, esta ideia.
Agostinho Ribeiro teve o apoio de outros colegas empresários, da Associação Comercial e Industrial de Vizela (ACIV) e também da Câmara Municipal. “Propus o frango, que era um frango assado no forno e, entretanto, surgiu a ideia do Frango Merendeiro de Vizela. O frango é criado à volta da cidade, nos campos, é uma ave criada facilmente, e era o frango que a população levava ao S. Bento para fazer piqueniques”, explicou Agostinho Ribeiro.
“Tive situações, no meu restaurante, em que as pessoas chegavam e perguntavam qual era o prato de Vizela e nós não tínhamos resposta. Dizíamos rojões, vitela assada, cabrito, cozido, as tripas. Mas diziam, isso não é de Vizela. Daqui só tínhamos a sobremesa”, afirmou ainda.

 


Caves do Casalinho
v25Fundadas em 1944, as Caves Casalinho, Lda. são a mais antiga Empresa Vinícola com sede no concelho de Vizela.
No noroeste de Portugal, no coração da bela e famosa Região demarcada dos Vinhos Verdes, localiza-se a freguesia de Santo Adrião de Vizela, mencionada já em documento do Séc. XI como sendo terra de vinhedos, milheirais e colinas cobertas de florestas, rodeando o Vale do Vizela.
Nesta região, rica de tradições vinícolas, é desde há séculos berço das famílias Camelo e Faria, nasceram há mais de 50 anos, as Caves do Casalinho, criadas pelos fundadores José Joaquim Ribeiro Camelo, da Casa de Bouçó e José Leite da Costa Faria, da casa do Casalinho, conterrâneos e ainda remotos parentes.
Visando, no início, comercializar apenas o Vinho Verde das suas propriedades, cedo transformaram a sua empresa numa unidade moderna, produzindo e exportando vários vinhos que se encontram hoje em todos os continentes. Sempre sob a direcção das mesmas famílias, a empresa continuou na via traçada pelos seus fundadores, modernizando continuamente os seus equipamentos e tecnologias, e desenvolvendo a qualidade dos seus vinhos (hoje não só verdes, mas provenientes de várias outras origens e regiões Demarcadas) que obtiveram os mais altos prémios nos concursos nacionais e internacionais.
Actualmente administra directamente as Quintas do Casalinho, Entre-Vinhas, Bouçó-de-Cima, Bouçó-de-Baixo, Lamelas, Uveiras, Tigém e Crasto, todas com vinhas plantadas segundo as mais recentes técnicas de encepamento e condução, e utilizando unicamente as castas regionais aprovadas que deram fama e prestígio à Região dos Vinhos Verdes.

Vinhos Produzidos:
– Três Marias (Vinho Verde);
– Casalinho (Vinho Verde);
– Casalinho (Rosé);
– Santo Adrião (Vinho Verde);
– Romanisco (Douro);-Alexandre Magno (Dão);
– Trigueira (Regional Ribatejano);
– Ouro Velho (Regional Beiras);


Manuel Costa e Filhos
v26Aos 25 de anos de existência, a Manuel Costa e Filhos conhece a sua terceira geração de empreendedores, que aposta em fazer reconhecer a juventude, a frescura e o sabor de uma marca verdadeiramente verde.
A empresa nasceu, em 1989, pela mão de Manuel Costa, fruto da sinergia entre o seu conhecimento e a sua paixão pela área vitivinícola. Com a realização do enchimento da primeira garrafa, surge a marca pioneira: MinhaAdega. A aceitação e o reconhecimento da qualidade dos seus vinhos obrigam ao aumento produtivo e comercial.
Atualmente, a Manuel Costa e Filhos acolhe nos seus 7000m2 de instalações, a linha de produção, o sistema de vinificação, o laboratório e o armazém de distribuição. A este espaço alia 190 hectares de vinhas distribuídas pelos concelhos de Resende, Cinfães, Amarante, Penafiel, Baião, Marco de Canavezes, Felgueiras, Vizela e Arcos de Valdevez.
Em 2010, iniciou a fase de exportação dos seus vinhos no espaço europeu. Um passo no reconhecimento internacional do vinho verde.
Preservando até hoje o seu cariz familiar, a Manuel Costa e Filhos progrediu ao longo do tempo, combinando a tradição, o conhecimento e a inovação. Hoje, faz parte do seu objetivo atingir um público jovem adulto, identificado com o sabor fresco e frutado de um verdadeiro vinho verde.

Vinhos Produzidos:
– Melodia (Vinho Verde);
– Maria do Casal (Vinho Verde);
– Vinho Figurativo (Tinto);

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